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Jovem que teve bebê arrancado da barriga ainda estava viva no momento do ato cruel, aponta perícia

17 de março de 2025

Emilly Azevedo Sena, uma adolescente de 16 anos, estava viva quando sua filha foi retirada de seu ventre, conforme revelou Alessandra Carvalho Mariano, diretora da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec). Durante a análise, ficou claro que Emilly morreu “ensanguinhada” devido à perda de sangue. A polícia investiga o caso e Nataly Hellen Martins Pereira confessa ter sido a responsável pela morte de Emilly, embora estejam sendo apuradas possíveis participações de outras pessoas.

Os peritos encontraram vestígios de restos placentários, confirmando que se tratava de um corpo de uma puérpera, indicando que Emilly agonizou antes de falecer. Inicialmente, a suspeita era de que ela havia sido assassinada por enforcamento, mas novos laudos mostraram várias lesões no corpo, comprovando que ela estava viva no momento do parto forçado.

A diretora da Politec esclareceu que Emilly não morreu por asfixia, mas sim por complicações decorrentes da perda maciça de sangue. Durante a necropsia, foram identificadas múltiplas lesões, incluindo contusões no olho e no rosto, sugerindo violência física.

Os legistas também encontraram vestígios de imobilização nos punhos, pernas e pescoço da vítima, indicando que ela foi segurada e contida, o que contribuiu para sua morte. O diretor geral da Politec, Jayme Trevisan, afirmou que a análise do corpo e do cenário do crime está ajudando a montar o quebra-cabeça dos acontecimentos.

Esse terrível caso está em andamento, e a polícia continua a investigar as circunstâncias em torno desse crime chocante e a dinâmica envolvida na morte de Emilly.