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Max Fleury agradece apoio de vereadores e reforça foco no trabalho por Araguaína

O presidente da Câmara Municipal de Araguaína, vereador Max Fleury (MDB), se manifestou nesta terça-feira, 3 de março, após receber declarações públicas de apoio à sua reeleição para a presidência da Casa, prevista para junho. Os vereadores Matheus Mariano e Israel da Terezona reafirmaram apoio ao atual presidente em entrevista à coluna CT, do jornalista Cleber Toledo.

Em nota e declarações à imprensa, Fleury agradeceu o gesto dos colegas e afirmou que o apoio é reflexo do trabalho desenvolvido ao longo de sua gestão.

“Receber o apoio desses colegas me enche o coração de alegria e esperança, na certeza de que o trabalho que estamos construindo na Câmara é um trabalho que visa solidificar o futuro da nossa cidade e garantir a estabilidade necessária para o avanço de projetos importantes. Nosso trabalho é construído com diálogo, respeito e, sobretudo, com olhar voltado às pessoas”, declarou.

Eleito vereador em 2024 e conduzido à presidência da Câmara em janeiro de 2025, Fleury tem buscado fortalecer a relação institucional entre o Legislativo e o Executivo municipal. Segundo ele, a prioridade é manter a estabilidade política e contribuir para o andamento de projetos considerados estratégicos para Araguaína.

O presidente também aproveitou para afastar especulações sobre uma eventual candidatura em 2026. Segundo afirmou, sua atenção está totalmente voltada ao mandato atual.

“O que estamos construindo aqui é um trabalho de resultado e parceria ao lado do prefeito Wagner, buscando soluções importantes para nossa cidade. Estou focado 100% no meu mandato como vereador e não vou disputar as eleições de 2026. Nosso trabalho é fortalecer a cidade por meio do diálogo e das articulações que visam o desenvolvimento de Araguaína”, destacou.

A manifestação de Fleury ocorre em meio à movimentação política em torno da eleição da Mesa Diretora, marcada para o mês de junho. Nos bastidores, o apoio declarado pelos parlamentares é interpretado como sinal de consolidação da base que sustenta a atual gestão da Câmara.